Estratégias de Internacionalização

Internacionalizar é desenvolver o negócio para além das fronteiras nacionais, é um processo de aprendizagem do negócio numa nova dimensão.

 

É um processo de decisão, em forma de ciclo vicioso, a perguntas como:

 

O que Internacionalizar​?

 

Quem internacionalizar​?

 

Onde internacionalizar?

 

Quando internacionalizar?

 

Como internacionalizar?

 

As razões que levam uma organização a iniciar um processo de internacionalização ou a aumentar a sua presença internacional, podem ser externas ou internas. São sempre decisões estratégicas de procura do equilíbrio entre objetivos, oportunidades e recursos disponíveis.


Temos vindo a assistir a uma crescente globalização das marcas no mercado dos bens de consumo, mas também na indústria e nos serviços. A questão põe-se, não tanto na decisão para onde globalizar, mas sim como fazê-lo com êxito, e qual o nível de globalização que se pretende.

 

Se, por um lado, o fenómeno da globalização dos mercados leva a uma homogeneização dos gostos e consequentemente standardização dos produtos ou serviços. Por outro, não podemos ignorar a perspetiva dos consumidores locais, que é construída sob a influência das suas culturas e valores e do grau de desenvolvimento e maturidade dos seus mercados. Isto leva à necessidade de procura de diferenças por parte das organizações, pela constante avaliação dos mercados, de modo a proceder às adaptações necessárias para promover uma maior e melhor aceitação dos produtos e ou serviços.


Conseguir obter uma presença da marca relevante e competitiva nos mercados estratégicos internacionais, com valores centrais únicos, é o grande desafio.


As diferenças de cada mercado contam, e a solução passa por uma perspetiva de semiglobalização, segundo a qual as estratégias de internacionalização dão particular atenção ao papel crítico das especificidades locais.


Qualquer estratégia internacional tem como principal objetivo gerir as diferenças que surgem no interior das fronteiras dos mercados e, na realidade, o mundo é semiglobalizado e assim permanecerá nas décadas que temos pela frente.


Esta complementaridade na abordagem dá-nos orientações de como encarar o presente e o futuro da internacionalização das organizações.

 

Apoiar as organizações a enfrentar, implementar e gerir a sua internacionalização é o desafio que tem sido colocado à da HDL – Business Building. Estar com as empresas, nas empresas e em seu nome, em terreno internacional, em constante busca do compromisso com a solução.

 

É gratificante verificar, no terreno, que o processo de internacionalização, não é só uma realidade nas grandes empresas, mas também e cada vez mais, nas pequenas e médias empresas.

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